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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ser Mãe

Autor Desconhecido

Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.

“O que eu pergunto é se tem algum trabalho”, insistiu o funcionário.

“Claro que tenho um trabalho” exclamou Ana. “Sou mãe!”

“Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa”, disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

“Qual é a sua ocupação?” perguntou. Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: “Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

“Posso perguntar” disse-me ela com novo interesse “o que faz exatamente?”

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: “Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)”

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz.

Senti-me triunfante!

Maternidade… que carreira gloriosa! Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!


Copilado do site do irmão Ezra Ma
http://ezrama.multiply.com/

terça-feira, 2 de março de 2010

Trabalho e Família

     Talvez não estejamos passando tempo suficiente com a família nem em nossas buscas espirituais. Estamos tão ocupados com as obrigações profissionais que não encontramos um momento livre para essas coisas.
   Um turista chegou certa vez a um hotel onde havia um aviso: “Não há vagas.” Pediu um quarto e foi informado que não havia nenhum disponível.
    “Há mais de 300 quartos nesse hotel”, disse ele. “Deve haver algum quarto vago.”
    “Desculpe, senhor, mas todos os quartos estão ocupados”, disse o funcionário.
     “Não me diga que se o Presidente chegasse aqui hoje vocês não encontrariam um quarto para ele”, disse o homem.
     “Bem, para o Presidente teríamos de encontrar uma acomodação.”
     “Pois então!” disse o homem. “O Presidente não está vindo. Você pode dar-me o quarto dele.”
     Você não tem tempo para a família porque está ocupado com seu trabalho. O que aconteceria se, D’us não o permita, você tivesse um infarto e não pudesse mais trabalhar tantas horas? Teria que trabalhar menos, certo?
     Graças a D’us você não teve um infarto. Reduza as horas de trabalho e passe mais tempo com a família. Você tem tempo, apenas não sabe disso.
     Reserve o quarto do Presidente.

Como Desfrutar Cristo

Todo cristão sabe que Cristo é a vida (João 1:4), o pão da vida (6:35), a água da vida (4:14), e o sopro, o fôlego de vida ou o ar espiritua...