sábado, 30 de janeiro de 2010

As Incertezas da Vida

Como eu nasci? Aonde vou morar? Com quem me casar? Quantos filhos ter? D’us existe? Jesus viveu? Ele ressuscitou realmente?
Estas são algumas perguntas que pode estar se passando na sua mente. Para um cristão autêntico pode surgir a seguinte pergunta: quando Cristo vai voltar? Mais uma pergunta surge: Que tipo de cristão eu sou? E que tipo de cristão D’us quer que eu seja?
Ao ler o livro A ortodoxia da Igreja de Watchman Nee me deparei sobre a realidade do apocalipse descrito nas cartas as sete igrejas e pude perceber o elo que as mesmas tem com a “igreja” atual.
Outra pergunta surge: E a igreja gloriosa? Ela vai realmente existir? Gostaria que estas perguntas estivessem inundando a sua mente, não que eu queira que você duvide de D’us ou de suas promessas, mas que você possa refletir a respeito da verdadeira igreja do Senhor Jesus. Por muitas vezes cheguei a indagar a D’us a respeito. E Estes dias, enquanto lia o livro do Watchman Nee comecei a indagar a mim: Sou realmente fiel a minha missão para com o meu lar? Sou realmente fiel a minha esposa?
Estas perguntas temos que respondê-las todos os dias e auto-examinarmos para não fugirmos do foco do que realmente precisamos e o que precisamos fazer no nosso dia-a-dia.
Muitas outras perguntas foram surgindo. Uma agora paira no mar e no meu coração: Tenho sido realmente um cristão? Esta pergunta me incomoda e acho que cada cristão deveria fazê-la. Será que nas circunstâncias do dia-a-dia eu não tenho me curvado a Satanás quando ele me ofereci “os seus doces e suas delícias”?
Em algo autêntico pode haver uma imitação, mas ainda há o autêntico. A imitação nunca será igual ao autêntico. Desta maneira, o nosso inimigo sempre vai tentar nos confundir com uma imitação, mas se conhecemos o Autêntico nunca seremos confundido.
Para encerrar deixa esta frase: A fidelidade é algo que D’us ama. E também outras perguntas: Somos realmente fiéis ao Senhor? Ou apenas temos sido em parte e na outra, não?
Precisamos olhar realmente para o Mestre e ver o quanto somos pecadores e precisamos dEle no nosso lar, no nosso casamento, na criação dos nossos filhos, no nosso trabalho, ...

sábado, 23 de maio de 2009

Como a visão pode mudar o futuro

João e Mané
Autor: ainda não conhecido

João era um importante empresário. Morava na zona nobre da cidade. Naquele dia, deu um beijo em sua esposa, fez em silêncio a sua oração matinal, agradeceu a Deus por sua vida, trabalho e realizações. Após tomar café da manhã com a família, levou as crianças ao colégio e se dirigiu para uma de suas empresas.
Chegou e
cumprimentou com sorriso os funcionários, inclusive Dona Teresa, a faxineira. Tinha inúmeros contratos para assinar, decisões para tomar, reuniões, contatos com fornecedores e clientes, mas a primeira coisa que disse para sua secretária foi: "Calma, faça uma coisa de cada vez, sem stress".
À hora do almoço
foi para casa. Curtir a família. À tarde soube que o faturamento do mês superou os objetivos. Mandou anunciar aos funcionários que teriam gratificações salariais no mês seguinte. Apesar da sua calma, ou por causa dela, conseguiu resolver toda a agenda daquele dia. Como já era sexta-feira, foi ao supermercado. Voltou para casa. Levou a família para jantar e depois foi dar uma palestra para estudantes sobre motivação para vencer na vida.
Enquanto isso,
num bairro pobre de outra capital, vive Manoel, ou Mané, como era mais conhecido. Como em todas as sextas-feiras, foi para o bar jogar sinuca e beber com amigos. Já chegou nervoso, pois estava desempregado. Um amigo tinha lhe oferecido uma vaga em sua oficina. Auxiliar de mecânico. Ele recusou. Não gostava daqule tipo de trabalho. Não tinha filhos nem companheira. Sua terceira mulher partiu dias antes, dizendo que estava cansada de ser espancada. E, de viver com um inútil.

Estava morando de favor, num quarto imundo no porão de uma casa. Naquele dia, jogou e bebeu mais algumas, até o dono do bar pedir para ele ir embora. Pediu para pendurar a sua conta, mas seu crédito havia acabado, então armou uma tremenda confusão e o dono do bar ocolocou-o porta afora.
Sentado na calçada,
Mané chorava pensando no que havia se tornado sua vida, quando seu único amigo, o mecânico, apareceu. Levou-o para casa, e perguntou a Mané: Diga-me, o que fez com que você chegasse até o fundo do poço desta maneira? Mané então desabafou.
--Foi minha família.
Meu pai foi um péssimo exemplo. Bebia. Batia em minha mãe. Não parava em emprego. Tínhamos uma vida miserável. Quando minha mãe morreu doente por falta de condições, eu saí de casa. Revoltado com a vida e com o mundo. Tive um irmão gêmeo, que também foi embora no mesmo dia. Foi para um rumo diferente e nunca mais o vi. Deve viver desta mesma forma".
Enquanto isso
, João terminava sua palestra para estudantes na outra capital. Já estava se despedindo, quando um aluno ergueu o braço e lhe fez a seguinte pergunta: "Diga-me por favor, o que fez para que chegasse até onde está hoje, um grande empresário e um grande ser humano? João, emocionado, respondeu:
-
-Foi minha família.
Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia. Batia em minha mãe. Não parava em emprego. Tínhamos uma vida miserável. Quando minha mãe morreu, por falta de condições, eu saí de casa. Decidi que aquela vida não serviria para mim nem para minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, que também saiu de casa no mesmo dia. Foi para um rumo diferente e nunca mais o vi. Deve viver desta mesma forma.
Moral da história:
o que aconteceu com você até agora, não vai definir seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir diante de tudo que aconteceu. Não se lamente pelo passado. Sua vida pode ser diferente. Construa você mesmo o seu futuro, mas sempre segurando na mão de DEUS. Encare tudo como uma lição de vida. Aprenda com seus erros e até mesmo com o erro dos outros. O que aconteceu é o menos importante. O que realmente importa é o que você vai fazer diante do que acontecer.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fim dos Tempos

Nesta última semana de abril de 2009, a capital piauiense entrou em um caos por conta da cheia dos rios Parnaíba e Poti. Mas o que isto tem haver com os fins dos tempos?
Olhar para as catástrofes naturais como terremotos, maremotos, vulcões ativos, furacões, derretimentos das geleiras e outros acontecimentos foram nos deixado escrito nas Escrituras Sagradas (ler Mateus 24) que estas iriam acontecer.
            Além da natureza, acontecimentos na área social estariam também a acontecer como: pai se levantando contra filhos e filhos contra pais, aumento da violência, rumores de guerras e guerras. Se isso é pouco, o que poderia parecer muito para você?
            Voltando ao relato inicial da enchente na capital piauiense, tive oportunidade de estar na casa de um irmão da comunidade horas antes das águas do Poti vir a transbordar. Na rua a qual o irmão mora, na vila Mandacaru, muitas pessoas estavam a assistir a um jogo na TV na maior alegria e não se deram conta das águas que estavam a subir (lembrando que a Prefeitura Municipal já havia avisado que haveria uma possível enchente e que as regiões próximas ao rio ficariam alagadas.
            Quando cheguei na casa do irmão ele tinha ido olhar o dique para ver como as águas estavam, ao ver a situação pedi-o para apressar com os móveis da casa e sairmos o mais rápido possível e assim o fizemos levando o que deu para a casa de seu cunhado.
            Saímos da casa por volta das vinte e uma horas levando alguns e deixamos outros amarrados a certa altura achando que as águas não chegariam aquela altura. Lá para as vinte e três horas, uma surpresa, as águas haviam inundado tudo e o irmão perdido quase tudo o que havia deixado na casa.
            Nos dias seguintes a esta grande cheia ainda houve saques o que veio a proporcionar maior prejuízo para as pessoas que tinham perdido quase tudo.
            Neste pequeno relato podemos ver a “força da Natureza” que tem surpreendido até aos mais pessimistas. Ah‼! Aos amantes da “deusa TV” que se esqueceram das possíveis dificuldades, hoje estão a enfrentar as perdas materiais e também a falta de sensibilidade, pois com um pouco de esforço antes da enchente muito poderia ter sido salvo e dar seria, pelo menos, amenizada.
            E o que falar dos que saquearam o resto dos móveis que sobraram. Estes são pessoas sem coração e sem escrúpulos, roubam ao necessitado, bem, para estes o castigo vindouro já esta preparado. E para os que estão a ajudar que o Senhor possa-os abençoar.
            O mundo caminha para o seu fim. O apocalipse do Senhor está próximo
            Gostaria de fazer uma pergunta: você está preparado para a volta do Senhor? Não. Os fatos que hoje relato é algo concreto e irrefutável. Se você parar um pouco verá que estamos em um momento de voltarmos ao Nosso D’us e aceitá-lo como Senhor e Salvador da nossa vida, e começarmos a servi-lo por completo.
            Lembre-se ainda há tempo.

sábado, 2 de maio de 2009

sábado, 11 de abril de 2009

Feriado Semana Santa

Dias maravilhosos estes.




Na minha estada em São João da Varjota, neste feriado da semana santa, pude estar próximo aos familiares e me descontrair um pouco e sair da rotina da capital piauense.
Outros dias destes não sei quando vou estar a viver novamente, mas é verdade que foi muito bom.

Bem durante esta viagem pude ver o quanto a religiosidade de uma população pode marcar a vida das pessoas mais humildes e como pode, ao mesmo tempo, escravizá-las.

Olhar os olhos de cada um e ver que há uma doação uma integralidade, uma devoção, uma entrega. Mas pude ver o quanto muitos estão apenas a acompanhar uma procisão e não saber o verdadeiro sentido, o verdadeiro objetivo do servir, do se doar por alguém que morreu a mais de dois mil anos atrás.

Falar de entrega é saber que Cristo morreu em uma cruz, que se entregou e ao mesmo tempo se despiu de toda a vergolha nos mostrando que todo aquele que deseja segui-lo precisa fazer o mesmo. Sofrer a humilhação de ser cuspido, surrado, chutado, escarnecido foi muito grande. Infelizmente, o valor que temos dado a Ele, tem sido a de uma pequena fração da nossa vida, onde não passa de uma mera oração ou simplesmente de uma visita a uma igreja evangélica ou católica, fazer algumas orações ou preces, e dar uns tapinhas nas costas dos irmãos e voltar para as suas casas.
É infelizmente, isto não é estar no Caminho. É apenas um paleativo para fugirmos das nossas responsabilidades como CRISTÃO. Precisamos sicemos im reconhecer que somos pecadores e que carecemos da misericórdia de D'us para as nossas vidas e que somente o Senhor Jesus Cristo poderá nos resgatar de tão grande pecado e que somente o seu sangue é que nos lava, nos tornando limpos como a branca neve.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Como Desfrutar Cristo

Todo cristão sabe que Cristo é a vida (João 1:4), o pão da vida (6:35), a água da vida (4:14), e o sopro, o fôlego de vida ou o ar espiritua...