terça-feira, 6 de maio de 2014

Despertados do sono

"Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. E lhe pregaram apalavra de Deus e a todos os de sua casa" (Atos 16:30-32).
A unidade da salvação de Deus não são indivíduos e, sim, a família. Por meio de tantas passagens espalhadas por todo o Antigo e Novo Testamento, podemos perceber quão amplo é o coração de Deus e quão claro é o alvo Dele quanto à salvação que Ele quer operar. No diálogo entre o carcereiro e os apóstolos Paulo e Silas, encontramos preciosas verdades que os pais precisam levar em consideração.

Podemos inferir pelo texto que, durante anos, o carcereiro apenas trabalhava e cuidava da necessidade física da esposa e dos filhos. A vida humana para ele não passava de uma luta pela sobrevivência. Parece que essa é a forma como muitos pais estão vivendo. Que refeições faremos amanhã, o que nossos filhos serão no futuro, em que faculdade estudarão e, outros: por que a vida é injusta conosco? - essas são perguntas que possivelmente dominam o seio de muitos lares. Mas àquela noite, os chocantes episódios que aconteceram no interior do cárcere despertaram aquele homem do sono - não do sono físico, mas do mais profundo sono em que alguém pode estar, o sono espiritual. O carcereiro foi despertado para as coisas mais elevadas da vida humana, para os assuntos que estão bem acima da sobrevivência. Naquela noite o carcereiro foi iluminado e viu coisas que nunca tinha testemunhado antes: que alguém preso pode estar livre e alguém livre pode estar preso. Percebendo de súbito que ele é quem estava preso, disse: "Senhores, que devo fazer para que seja salvo?" Naquela ocasião não somente os alicerces da prisão foram abalados pelo terremoto, mas sobretudo o coração do carcereiro. A resposta dos enviados de Deus a ele foi: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa." Então, eles pregaram a Palavra de Deus e ele foi salvo. Se a salvação fosse experimentada somente por ele, poderíamos dizer que a unidade da salvação envolve somente uma pessoa. Mas a história não termina aqui; o texto sagrado sugere que o interesse de Deus abrange muito mais pessoas, abrange toda a família.

Todos os pais precisam crer na promessa de que a salvação que Deus tem para eles envolve também os filhos. E importante vermos que a salvação foi estendida a toda a família no momento em que o carcereiro se rendeu primeiro. Se os pais se renderem primeiro ao Senhor, então a salvação se estenderá aos demais. O que é necessário acontecer para a salvação ser operada? Ter a estrutura do coração abalada, ser iluminado pelo Senhor, reconhecendo sua condição caída, experimentar em primeiro lugar a salvação de Deus e permitir que a Palavra de Deus seja levada à sua casa. Muitos pais querem que seus filhos se decidam pelo Senhor mas têm muito pouca experiência de salvação, pouco impacto, pouca consagração.

Naquela manhã, ao se dirigir para casa, para estar junto da esposa e filhos, não era o carcereiro apenas que ia, mas um esposo-pai que conheceu o poder de Deus e que desejava que todos os seus experimentassem o mesmo que ele. Os apóstolos pregaram a Palavra e eles creram também. Por esse texto, podemos concluir que o carcereiro não só guardava as portas para os presos não saírem, mas sem saber guardava a porta da casa dele para a salvação não entrar.

A grande lição que podemos extrair desse episódio é que os pais são os maiores responsáveis por permitir o acesso da salvação em seus lares. Se abrirmos a porta de nosso coração ao Senhor, Ele entrará pelas portas de nosso lar para levar a salvação a todos que estão ali. O resultado será uma alegria indizível e um permanente banquete sendo servido a cada dia (16:34).

Fonte: Jornal Árvore da Vida nº 160

terça-feira, 1 de abril de 2014

Presos de Esperança

"Voltai à fortaleza, ó presos de esperança; também, hoje, vos anuncio que tudo vos restituirei em dobro." (Zacarias 9:12)

Você já tinha lido na Bíblia essa expressão: "presos de esperança"? Se olhar para você mesmo, verá um preso de esperança, alguém fortemente amarrado à esperança daquilo que o Senhor pode fazer?
Ou um prisioneiro da desilusão, da derrota, da frustração? Nada mata e prende mais um jovem do que a sensação da frustração de não ter conseguido. Isso o aprisiona na desesperança, na certeza de que com ele o Senhor, a fé e as coisas da Bíblia não funcionam.
Mas no mesmo versículo há o segredo de sermos presos na esperança: voltar à Fortaleza. O Senhor é a nossa Fortaleza e Refúgio:
"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia." (Salmo 46:1)
Pare de procurar fortaleza em você mesmo, em seus amigos, nas suas filosofias furadas ou em sua capacidade. Você já viu que isso só o torna prisioneiro da decepção ou, o que também é perigoso, do orgulho. Volte para a Fortaleza que é o Senhor. Refugie-se Nele. Deixe-se aprisionar pela esperança.
Ele já resgatou você do pecado e da morte; será que vai deixá-lo na mão, vazio e frustrado? Essa é a esperança: Ele vai concluir o que começou em nós:
"Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus." (Filipenses 1:6)

Fonte: texto extraído do Jornal Árvore da Vida, edição 30, página 4, seção "Achados"

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Oficina G3 - Magia Alguma (Dvd Acústico)

Que som maravilhoso

O Ensinamento do Corpo de Cristo Versus Sua Realidade

Nos assuntos espirituais, o conhecer a doutrina sem ter consciência dela não serve de nada. Por exemplo, alguém pode dizer que mentir é um pecado que não se deve cometer porque lhe foi dito por outras pessoas que um cristão não deve contar mentiras. O tema verdadeiro aqui não é se é certo ou errado mentir, mas trata-se de saber se ele é ou não alertado interiormente quando conta uma mentira. Se ele não tiver consciência interior de que mentir é pecado, então, por mais que ele confesse com a boca que mentir é um pecado, isso não lhe será de nenhuma utilidade. Ele pode dizer, por uma lado, que a pessoa não deve mentir, porém, por outro, ele mesmo não cessa de mentir. 

O que é especial daqueles que têm a vida de Deus é que, quando mentem exteriormente, sentem-se mal interiormente, não porque saibam doutrinariamente que mentir é errado, mas porque se sentem desconfortáveis interiormente ao mentir. Isto é o que realmente significa ser chamado cristão. O que caracteriza um cristão é uma percepção interior desta consciência de vida da qual estamos falando. Aquele que não tem vida e consciência interior não é um cristão. As regras externas são meramente normas, não vida. 

Digamos que seja completamente inadequado que alguém fale: “Eu conheço o ensinamento sobre o Corpo de Cristo; portanto, não devo me mover de maneira independente”. Esta pessoa necessita ter também uma consciência interior além deste ensinamento. Suponhamos que ela diga que não deve ser independente, porém, quando atua de modo independente, ela mesma não se dá conta desta independência. Com isso, ela prova que nunca viu o Corpo de Cristo. Isso não significa que ela nunca tenha ouvido os ensinamentos sobre o Corpo de Cristo, mas simplesmente indica que nunca viu sua realidade. 

Ouvir o ensinamento sobre e ver a realidade do Corpo de Cristo pertencem a duas esferas totalmente diferentes. Ouvir o ensinamento sobre o Corpo é meramente uma compreensão exterior de um princípio, enquanto ver o Corpo de Cristo produz uma consciência interior. Isto é semelhante à situação em que o mero ouvir a doutrina da salvação somente dá à pessoa o conhecimento de como Deus salva os pecadores, com tudo é a aceitação do Senhor Jesus como Salvador o que cria dentro da pessoa uma percepção de Deus, bem como a consciência do pecado. Que grande diferença existe entre essas duas coisas! 

Por conseguinte, não devemos menosprezar esse assunto da consciência da vida, no sentido de que se trata não apenas de uma sensação exterior, mas também de um sentimento interior. Uma consciência como essa é a expressão da vida. A presença ou ausência dessa consciência revela a realidade ou a falta de realidade que há no interior. Ela nos ilumina sobre a existência ou não da vida de Cristo interiormente. 

A consciência da vida é algo distintivo que habilita você a saber espontaneamente sem necessidade de ser informado. É demasiado tarde se você necessita que primeiro lhe informe algo, para só então se dar conta de tal coisa. O que aconteceria se cada cristão necessitasse ser informado sobre o que é pecado e o que não deve fazer? E o que aconteceria, neste caso, se ninguém estivesse ao lado dele? O que aconteceria se você esquecesse do que lhe foi dito? Vemos que o cristão não atua de acordo com o que ouve exteriormente dos demais, mas é motivado pelo que lhe é dito interiormente. Dentro dele há uma vida – uma vida interior, uma consciência interior. Suas atitudes vêm do resplandecer interior da luz de Deus, vêm da vida no interior e não da informação exterior. 

Quando nascemos de novo, recebemos uma vida muito real e, por isso, temos dentro de nós uma consciência muito real. A realidade de uma consciência assim, mostra a realidade da vida divina. Pedimos a Deus que seja misericordioso conosco afim de que sempre toquemos essa consciência da vida e vivamos nela. Também pedimos a Deus que nos conceda uma consciência rica, de modo que possamos ter uma percepção sensível em todas as coisas: que nos demos conta de Deus, do pecado, do Corpo de Cristo e de todas as realidades espirituais. Que Deus nos guie no caminho e glorifique Seu próprio nome! 

(Texto extraído do livro “O Corpo de Cristo uma realidade” – Watchman Nee – Publicado pela Editora dos Clássicos)

Lançamento Abril-2013 Editora Árvore da Vida



DESCRIÇÃO RÁPIDA

Ao longo dos séculos, o Senhor, soberanamente, tem usado, em ressurreição, as características de Seus servos em prol de Sua obra. O apóstolo Pedro era pescador e, quando o Senhor o chamou, disse-lhe que seria pescador de homens (Mt 4:18-20). O trabalho do apóstolo Paulo era fazer tendas e seu ministério foi de edificar as igrejas (At 18:1-3; 1 Co 3:10). Já o apóstolo João trabalhava como remendador de redes, auxiliando seu pai na preparação para a pesca de seus companheiros, quando o Senhor o chamou para seguí-lo (Mc 1:19-20). De maneira simples, mas com advertências solenes, entrelaçando as epístolas de Paulo, Pedro e João com o livro de Atos, o autor, Dong Yu Lan, traz à luz o que podemos aprender com os apóstolos. Ao apresentar a revelação contida nessas epístolas, sua ênfase é a prática dessas epístolas, ou seja, como aplicar seu conteúdo ao nosso viver. Se atentarmos para o que o Espírito deseja nos falar por meio deste livro, certamente aprenderemos com eles o que precisamos para ser os cooperadores de Deus hoje. Leia com oração, aprenda com os apóstolos e ouça o que o Espírito tem a dizer.

título: Aprendendo com os Apóstolos
tipo de material: LIVRO
formato: 14x21 cm.
n° de páginas: 104 
preço: R$18,30
autor: Dong Yu Lan

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terça-feira, 4 de junho de 2013

O Espírito do Homem

Alguma coisa está faltando. Alguma coisa está obviamente faltando. Todos sabem disso. Alguns tentam encontrá-la nos prazeres físicos, outros se entregam com afinco à educação, esperando encontrar a resposta, enquanto a maioria se arrasta dia a dia, meramente vivendo. Dentro, porém, a interrogação permanece. Como uma melodia que não pode ser esquecida, esta dúvida volta repetidas vezes, aquele sentimento de que deve haver algo mais do que isto na vida. Quando você relaxa, tenta dormir, a sensação retorna. Alguma coisa está faltando.
O QUE É O HOMEM?

O homem é um mistério. Embora saibamos hoje mais do que nunca a seu respeito, cada vez o compreendemos menos. O que é um homem? Do que ele é composto? Para a maior parte dos filósofos, psicólogos e teólogos, o homem não é tão simples. Ele é tido como uma entidade com dupla natureza: física e metafísica, biológica e psicológica. Esta é a compreensão comum da natureza do homem. Ainda assim, à luz desse entendimento, permanecemos sem poderes para satisfazer a sensação de vazio interior. O homem, portanto, continua sendo um mistério. De onde vem esta sensação? A fim de penetrar no mistério do homem, você precisa ir além do mundo físico e do psicológico para encontrar a chave perdida.

"E o Senhor Deus formou o homem do pó da terra." - Gênesis 2:7

"Por isso, ao entrar no mundo, diz: sacrifício e oferta não quiseste, antes corpo me formaste." - Hebreus 10:5

O CORPO É UM BECO SEM SAÍDA

Todos estão cientes do seu próprio corpo. Ele é real, temporário e presta-se à investigação científica. Se você perguntasse a um químico: "O que é o homem?", ele poderia compor uma tabela analítica e apontar-lhe conclusivamente que o homem se compõe de carbono, hidrogênio, nitrogênio e vários outros elementos. De acordo com o seu campo de pesquisa, ele estaria certo. Contudo, estaria referindo-se somente à parte física do ser humano, idêntico em natureza aos elementos da terra.

Desde o início da história, o homem tem procurado libertar-se da prisão de seu corpo. Tentou encontrar novas maneiras para satisfazer seus sentimentos excessivamente manipulados. Tudo isso para descobrir aquilo que já foi descoberto antes - nada satisfaz. E embora tenha conseguido prolongar sua vida biológica, todo homem ainda chega ao ponto em que precisa admitir que seu corpo é um caminho sem saída. Não há nele chave alguma.

E QUANTO À ALMA?

Se você perguntasse algo sobre o homem a um psicólogo, ele poderia ressaltar-lhe que, além do corpo, existe uma composição mais interna, mais oculta. Você tem uma MENTE - um órgão para pensar; você tem EMOÇÕES - a faculdade de sentimentos interiores, capaz de amar, odiar, estar deprimida e exultante. Ele poderia também salientar que você tem uma VONTADE - uma faculdade para tomar decisões. Desta maneira, seria demonstrado que você não é um mero ser físico, mas também um ser psicológico. Em resumo, você é uma entidade que VIVE, PENSA, SENTE e DECIDE - não um mero pó animado, mas uma verdadeira pessoa viva, tendo uma personalidade única e distinta. Isto, diria ele, é VOCÊ. Seu verdadeiro "ego", explicaria ele, é seu "ego" interior, seu "ego" psicológico, enquanto seu corpo apenas constitui a envoltura exterior do seu ser.

"(...) O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente (...)" - 1 Coríntios 15:45

"(...) e o vosso espírito, alma e corpo, sejam conservados íntegros e irrepreensíveis (...)” - 1 Tessalonissenses 5:23

Na realidade, de acordo com o significado correto da palavra, tal parte psicológica é simplesmente a alma do homem. "Psique" é uma palavra grega que significa "alma". Psicologia é o estudo da alma. As três faculdades - mente, emoção e vontade - formam a personalidade e são meramente os componentes da alma humana. Há muita noção falsa sobre a distinção entre alma e espírito no mundo de hoje, principalmente entre os religiosos.

Os últimos dois séculos da história humana têm visto o levantar espetacular dos poderes da alma. As grandes mentes têm contribuído com uma abundância de pensamentos. As grandes vontades têm produzido uma abundância de ações decisivas no governo e na cultura. Sem dúvida alguma, a alma se elevou ao seu ápice nesses últimos anos.

Contudo, a despeito das grandes realizações humanas, o sentimento de vazio interior permanece. Podemos conquistar a lua, porém, ainda lá dentro de nós resta um território inexplorado - os mais altos pensamentos humanos são esquecidos, suas emoções mais profundas rapidamente se extinguem, suas determinações mais intransigentes vacilam. E, dentro da alma do homem, a busca pela chave termina em frustração.

O ESPÍRITO: A TERCEIRA PARTE DO SER HUMANO

Oculta e obscurecida, existe uma faculdade profunda dentro do homem, que permaneceu um mistério através de todas as épocas. É tal objeto desconhecido a toda investigação dos sedentos pela realidade. É o fim da busca interior. É mais profundo que sua mente ou seu entendimento. Por si mesmo, você jamais poderia descobri-lo. Poderia meditar, mas nunca o encontraria. Poderia sentar-se debaixo de uma árvore, ficar por horas ao sol ou à sombra, ponderar, limpar a mente de todo pensamento, recordar, concentrar, abrir-se para quaisquer que sejam as forças disponíveis, ser iluminado, o que quer que seja... mesmo assim, você jamais o encontraria.

É mais profundo do que a alma. Assim como o tutano que dá vida está oculto no osso, escondido na alma está o espírito humano. É tão próximo da alma e tão encoberto por ela, que é freqüentemente confundido com a alma... mas não é alma! É o espírito!

"Na verdade, há um ESPÍRITO no homem (...)" - Jó 32:8

"O ESPÍRITO do homem é a lâmpada do Senhor (...)" - Provérbios 20:27

"(...) dividindo alma do ESPÍRITO, juntas e medulas (...)" - Hebreus 4:12

"Aquele que é nascido do Espírito é ESPÍRITO." - João 3:6

"Mas aquele que se une ao Senhor é um ESPÍRITO com Ele." - 1 Coríntios 6:17

"O próprio Espírito testifica com o nosso ESPÍRITO que somos filhos de Deus." -Romanos 8:16

Todos os caminhos para esta parte mais profunda do seu ser têm sido interrompidos... todos os caminhos, exceto um. Somente Deus pode levá-lo lá.

Repetidas vezes vem a aspiração interior, a intranqüilidade, a fome do espírito por realidade. O espírito foi feito para conter o próprio Deus, para ser preenchido por Deus. O homem nunca está satisfeito, porque esta parte mais profunda ainda falta ser preenchida. Na realidade, a verdadeira função de um homem é ser preenchido pela vida de Deus. Para este propósito, ele foi criado com um espírito, um órgão destinado especificamente a conter Deus. A mente pode ser capaz de pensar, mas somente o espírito é capaz de contatar Deus. Deus é um Espírito.

“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” - João 4:24

Assim como o ar que o envolve, Ele é bem acessível e está desejoso de preencher o vazio que foi feito especialmente para Ele. Ele é O Espírito, e você tem um espírito humano - estes dois foram feitos para se combinar - em você. Assim como a luva foi feita para conter a mão, o seu espírito foi feito para conter O Espírito. Nascer de novo é receber O Espírito dentro do seu espírito humano.

Receber a Deus dentro de você não é algo difícil ou complicado. Nem depende de você se aperfeiçoar. Ou mesmo de estudar ou entender coisa alguma. Basta crer. A palavra crer, descrita em vários versículos da Bíblia, também pode ser traduzida para receber. Crer é receber.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16

Jesus Cristo é o Filho unigênito de Deus. Se você crer na Sua obra feita na cruz, onde Ele morreu para nos dar a vida eterna, você recebe O Espírito para dentro do seu espírito humano.

“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. (...) Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” - Rm 10:9,10,13

Você precisa apenas crer com o coração e confessar com sua boca que Jesus é o Senhor. Invocar o Seu Nome de todo o seu ser, dizendo em voz alta “Senhor Jesus! Ó Senhor Jesus!”. Assim como Estevão fez:

“E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito!” – At 7:59

Voltando seu coração para Deus e invocando Seu nome, você encontrará a chave. O próprio Deus virá para dentro de seu espírito. Do mais profundo de seu ser, alguma coisa nova nascerá - alguma coisa que você jamais experimentou antes. A alegria! A plenitude! A satisfação! Toda a sua vida mudará... Agora, girando ao redor de um novo centro, você se tornará um homem normal, um homem que é preenchido por Deus em seu espírito. Você terá encontrado a chave para abrir o mistério do homem. Agora, nada mais estará faltando. Você terá chegado ao fim da busca interior.

"O Senhor Jesus Cristo seja com teu espírito!" (2 Timóteo 4:22)

Extraído do site: Desfrute.net

A vida que vence

“Porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.” Cl 3:3
A vida que Deus determinou para os cristãos é aquela vida que está oculta com Cristo em Deus. Nada pode tocar, afetar ou abalar essa vida. Assim como Cristo é inabalável, também o somos. Assim como Cristo transcende todas as coisas, também nós. Assim como Cristo está perante Deus, também nós estamos perante Ele. Jamais devemos nutrir o pensamento de que somos fracos e derrotados. Para o cristão, não existe fraqueza e derrota; pois "Cristo é a nossa vida" (Cl 3:4). Nada pode tocar nosso Senhor. Essa é a vida de Cristo!

Livro: A Vida que Vence.

Como Desfrutar Cristo

Todo cristão sabe que Cristo é a vida (João 1:4), o pão da vida (6:35), a água da vida (4:14), e o sopro, o fôlego de vida ou o ar espiritua...